terça-feira, 20 de abril de 2010

Desenvolvimento da Imagem Política Através das Estratégias de Marcas.

Por Antonio Marcello Ricci de Araujo.

RESUMO.

Os políticos por décadas, devido ao estado de anomia, desorganização, corrupção, apropriação indébitas e muitos outros atos degradantes para a imagem de homens públicos, conseguiram desvirtuar o mecanismo real para qual o marketing é estabelecido. Por isso, as atividades de marketing, entre nós, são contaminadas de desconfiança. Marketing é um sistema de regras e métodos próprios de produção, e, como tal, se propõe servir à esfera mais ampla que abriga, no caso, a esfera maior, o próprio sistema político. O marketing político é ciência , arte e técnica que se alimentam de climas sociais, das identidades dos atores principais e secundários, da geografia ambiental, do clima das circunstâncias, do sistema normativo, e, por conseqüência, é um espelho que se projeta a imagem da própria cultura política.

Demonstraremos que as técnicas das campanhas estratégicas de comunicação de marca são de fundamental importância para as equipes organizadoras de campanhas políticas. Uma imagem consistente e de valor promove os candidatos ao sucesso. Dando ao marketing político o objetivo de maximizar a competitividade. A visibilidade publica sempre foi e sempre será a ferramenta do sucesso. Antigos políticos já haviam descoberto o poder da persuasão, porém hoje isto é muito impossível de ocorrer, se o político não estiver engajado com a realidade e inserido na modernidade. A composição da imagem torna-se um processo complexo, pois o modo de representação deve manter um certo grau de permanência e coerência. Entenderemos, o conceito de imagem marca, no domínio da política de imagem, como um processo planejado intencionalmente na construção do perfil de um personagem posto a exposição na esfera pública com a finalidade de conquistar a adesão dos cidadãos, em meio à disputa de sentidos e ofertas simbólicas dos concorrentes. O propósito deste artigo é levar o leitor a uma compreensão da importância das estratégias de marketing que um partido político ou um político devem ter sobre sua comunicação para lograr êxitos positivos nas suas campanhas políticas. Daremos ênfase que o marketing político funde-se com o marketing empresarial, demonstrado os pontos em comum e quais devem ter maior ênfase. Somente com o uso de todas as ferramentas que o marketing possui, é possível apresentar a melhor visibilidade. As técnicas da publicidade de mercado são apropriadas pelas equipes de marketing político para fazer de seus políticos marca, que despertem identificação, admiração e afeto em eleitores cada vez mais “consumidores” de imagens.

O artigo Desenvolvimento da Imagem Política Através das Estratégias de Marcas, de Antonio Marcello Ricci de Araujo, fez parte Trabalho de Conclusão de Pós Graduação em Marketing Estratégico da Faculdade de Ciências e Tecnologias de Feira de Santana. Orientado pelo Prof. Esp. Fabiano Moura, em março de 2009.
Caso tenha interesse de visualizar o artigo completo em PDF, solicite através do e-mail marcello.r.araujo@gmail.com.br .



sexta-feira, 16 de abril de 2010

Parceria entre José Serra e Paulo Souto se fortalece

Encontro de Paulo Souto e José Serra em Salvador

Fonte Dimas de Oliveira - http://oliveiradimas.blogspot.com/2010/04/parceria-entre-jose-serra-e-paulo-souto.html
Foto: Divulgação

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, ex-governador de São Paulo José Serra, esteve sempre ao lado do presidente estadual do Democratas, Paulo Souto, na visita que fez a Salvador, na quarta-feira, 14. Estavam juntos nas Obras Sociais de Irmã Dulce (Osid), Mercado Modelo e na Rádio Metrópole.

“Temos identidade de princípios, de programas e de ideias sobre o Brasil e a Bahia. Essa harmonia é muito importante na política, pois ter identidade entre candidaturas nacional e estadual é fundamental e isso será transmitido aos eleitores”, disse Paulo Souto ao ser indagado sobre a importância da aliança DEM/PSDB nas esferas nacional e estadual.

O pré-candidato tucano à Presidência da República, por sua vez, revelou que acompanhava o desempenho de Paulo Souto como governador da Bahia. “Paulo Souto foi muito bom governador. Ele é um homem que tem espírito público”, afirmou Serra, acrescentando que tem um parceiro forte na Bahia, Estado que tem o quarto maior número de eleitores no país.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Faith and the marketplace


By Colleen Walsh , Harvard Staff Writer / March 4, 2010
A panel of religious scholars examined the role of organized religion in helping to shape the national debate on economic reform and the country’s moral direction.


Religion should play a role in economic, moral reform, panelists say

Organized religion can be an important force for financial reform, according to a group of scholars who took part in a panel at the John F. Kennedy Jr. Forum on Wednesday (March 3).


In the discussion “From Wall Street to Main Street: The Search for a New Moral Compass for the New Economy,” the panelists agreed that religious communities need to be actively engaged in shaping both the nation’s economic reform policies and its moral direction.

“The [economic] crisis is structural and spiritual,” said panel member Jim Wallis, “so we have to address both.”

Wallis, an evangelical minister and president and CEO of Sojourners, an evangelical Christian organization, criticized the enormous bonuses paid out by big banks as “a symptom of societal erosion.” He cited the ubiquitous maxims “greed is good” and “I want it now” as evidence of the need for a new national ethic, one that focuses on helping one another and that considers the repercussions of current actions on future generations.

Issues of poverty and homelessness are “directly out of the Bible,” said television journalist and documentary film producer Liz Walker. A 2005 graduate of Harvard Divinity School, Walker, who is an ordained minister in the African Methodist Episcopal Church, called on religious communities to step away from their comfort zones and “be part of the action that makes things right.”

Interfaith social justice organizations can play a prominent role in pushing for important change, the panelists said. So too can church leaders who can initiate conversations with their congregations about the economy and rally them behind consumer protection reforms and efforts to shift business from banks deemed “too big to fail” to smaller, locally based ones.

“The Catholic Church is fairly institutional,” said the Rev. J. Bryan Hehir, and as such is well suited to address “what institutions need to do.” Hehir, Parker Gilbert Montgomery Professor of the Practice of Religion and Public Life at the Harvard Kennedy School (HKS), said people “ought to debate not how big government ought to be or how small government ought to be. We ought to ask, ‘What is the proper function of government?’”

Using that type of institutional framework, people can “then open up into other aspects of civil society,” said Hehir, and explore an institution’s moral responsibility.

Wallis was optimistic about the emergence of a new national tone.

A recent tour for his new book, “Rediscovering Values: On Wall Street, Main Street, and Your Street,” evolved into a series of informal town meetings, he said, where he learned of grassroots campaigns and discussions taking place in many congregations about the intersection of faith and finance and the vision of a “common, good” economy.

“I think there is a conversation going on now that sees this in a moral framework, that underneath the economic crisis is a values crisis, and we are not going to get to an economic recovery without a moral recovery that shapes it.”

“We as faith communities are going to have to organize,” said Walker, “and step up to the plate and lift up our prophetic voices.”

Richard Parker, HKS lecturer in public policy and senior fellow of the Joan Shorenstein Center on the Press, Politics and Public Policy, moderated the session.

Fonte: http://news.harvard.edu/gazette/story/2010/03/faith-and-the-marketplace/